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Por que você não vai conquistar seus objetivos este ano

Bons Hábitos

Porque você está se sabotando. Nenhuma novidade, certo? O diferencial desta conversa é que abordo uma alternativa para lidar com a autossabotagem: o plano de contingência.

Porque assim como acontece comigo, provavelmente, você está no seu caminho.

Calma que explico o que quero dizer com isso.

Quando afirmo que não irá conquistar seus objetivos e que o motivo disso é você, tenho o propósito de chamar sua atenção para o fato de que sim, pode ser que esteja se sabotando.

Nenhuma novidade, certo?

Na maioria das vezes sabemos que estamos nos sabotando, o xis da questão é que em geral não reconhecemos a razão (e aí vale a pena buscar ajuda) ou, quando reconhecemos, não sabemos o que fazer com essa informação

Assim, seguimos vivendo em um ciclo de autossabotagem. O que influencia diretamente a realização ou não de objetivos em todas as áreas da nossa vida.

Plano de contingência: uma alternativa para romper com o ciclo de autossabotagem

Em geral definimos objetivos pensando no cenário perfeito. "Ok, quero aprender uma nova língua para conquistar melhores oportunidades de trabalho". Em seguida, os mais conservadores detalham o passo a passo de como pretendem tornar tal objetivo realidade.

Ou seja, planejam.

Definem se irão fazer um curso ou estudar de forma autônoma, escolhem se estudarão online ou presencial, em uma escola ou com um professor particular, o período disponível para estudo, identificam os custos (material didático, alimentação e transporte, caso seja presencial), e assim por diante.

Nesse processo, é comum esquecermos de fazer o seguinte questionamento: "quais atitudes geralmente adoto que podem atrapalhar meu aprendizado de um novo idioma?"

Pois é, identificou o abacaxi prioritário que deve "descascar".
Se é íntimo da procrastinação, indisciplinado ou desfocado, será que rola ir assim, direto, colocando a mão na massa? Não seria mais indicado criar uma estratégia para lidar com a procrastinação, indisciplina ou falta de foco, antes ou durante a realização das tarefas que precisa cumprir para concluir o objetivo?

Pode soar exagerado, mas assim que penso em um objetivo logo identifico como eu posso sabotar sua realização, e isso já entra no meu planejamento. Iluminada, eu? Não. É que em um determinado momento percebi que estava empacando alguns projetos importantes para mim. Fiquei frustrada e pensei: "Como assim?! Já tenho desafios demais para concluir este objetivo, não quero ser mais um no caminho".

Foi aí que comecei a treinar o olhar para identificar o que no meu comportamento poderia atrapalhar a concretização de um objetivo e, em seguida, criar um plano de contingência; ou seja, pensar no que pode dar errado e em alternativas para lidar com isso. O pessoal que trabalha com produção de eventos sabe exatamente do que estou falando.

Sobre treinar o olhar

Segundo o DataAline, praticamente 99,9% da humanidade compartilha a sensação de que "as coisas não fluem" em alguma área na vida, ou pelo menos algum objetivo. Não conheço NINGUÉM que se enquadra nesse 1%, mas vou me resguardar para o caso de alguma boa alma aparecer aqui dizendo que não compartilha essa percepção.

Essa sensação de estar empacado ou com dificuldade de concluir um objetivo pode estar relacionada a diversos aspectos, dentre eles, a falta de consciência ou de atitude sobre comportamentos que limitam o nosso desempenho.

Aprender um novo idioma é apenas um exemplo. A lógica de raciocínio pode ser aplicada a diferentes objetivos, relacionados tanto à vida pessoal quanto profissional; se é que rola separá-las, afinal a Aline que presta serviço para alguém é a mesma que sai com os amigos, embora ela possa adotar comportamentos adequados em cada ambiente.

Dito isso, o primeiro passo para romper com esse ciclo de reprodução de comportamentos automáticos, que prejudicam a conquista dos nossos objetivos, é treinar o olhar para identificá-los. Caso seja  difícil sozinho, vale a pena buscar ajuda de pessoas queridas ou de um profissional.

Caso procure ajuda, tome cuidado para não cair na cilada de terceirizar a responsabilidade pela solução do problema.  Sim, pode ser que tenhamos a sorte de encontrar um chefe gente boa (ou não tão gente boa assim), um parceiro ou amigo que evidencie nossas limitações; o que contribui muito para ampliar o olhar sobre nós mesmos. Contudo, ninguém fará o trabalho sujo para a gente. Esse trabalho é responsabilidade de cada um.

Então, sim, rola treinar o olhar para identificar e trabalhar no que nos limita, e um plano de contingência pode facilitar essa tarefa.

Autodesenvolvimento e autorrealização são interdependentes: seja o principal projeto da sua vida

Nesse processo de treinar o olhar, interprete-se como o principal projeto da sua vida. Pode soar egoísta, mas não é, juro.

A ideia é entender que quando cultivamos o melhor na gente, nossas buscas externas começam a fluir. Não quero dizer que tudo vai dar certo, apenas que ao reconhecer nossas limitações estamos mais preparados para, se não evitar, pelo menos minimizar seu impacto na conquista dos nossos objetivos.

Mais, todos sabemos que, quando estamos bem, além de realizar mais multiplicamos o bem no nosso entorno. E não tem nada de egoísta nisso.

Nossa conversa, em tom inspirador, pode fazer parecer simples identificar e trabalhar sobre limitações, mas a gente sabe que não é. Requer esforço intencional, paciência consigo, estratégia e tempo. Por ora, apenas respire profundamente e inicie o movimento criando um plano de contingência.
 
Essa conversa tocou aí? Qual comportamento acredita que precisa melhorar para não sabotar a conquista dos seus objetivos? Qual é o seu abacaxi prioritário?

Beijo :)
Aline


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