Acreditamos que pessoas mudam o mundo. Receba nosso melhor conteúdo com exclusividade

Desenvolva saúde emocional com 13 práticas

Educação Emocional

Negligenciamos a nossa saúde emocional ao vivermos no automático, cumprindo tarefas cotidianas e focados na conquista dos nossos objetivos. Como uma atividade física, saúde emocional requer esforço intencional e dedicação. Nessa conversa compartilho práticas e comportamentos que contribuem para o seu fortalecimento na nossa vida.

Problemas relacionados à saúde mental e emocional são cada vez mais comuns. Não raro surge alguma notícia sobre declarações de pessoas bem sucedidas que revelam sentirem-se tristes apesar de suas conquistas.

Em um primeiro momento talvez você resista empatizar com essas celebridades. Afinal, elas "têm tudo", "alcançaram o sucesso", "estão reclamando de quê?", "quem sofre mesmo é quem não tem o que comer". Forte, certo?  Mas esses discursos são recorrentes na internet.

Contudo, a realidade é que o sofrimento de uma pessoa não anula o da outra. A fome de alguém não exclui a tristeza sentida por quem tem uma mesa farta.

E mais, saúde mental e emocional não é um desafio apenas de celebridades, é de todos nós que estamos trilhando o caminho em direção aos nossos objetivos. De qualquer pessoa... de ser humano, sabe?

Afeto, estima e autorrealização

Talvez você já ouviu falar sobre a pirâmide de Maslow, que elenca as necessidades humanas como de origem 1) fisiológica, 2) segurança, 3) afeto, 4) estima e 5) autorrealização. A pirâmide funciona como uma escala. Dessa forma, ao suprir a necessidade mais básica (1) buscamos a seguinte na hierarquia (2) e assim por diante.

Embora uma pessoa tenha (1) comida e (2) abrigo, por exemplo, isso não significa que ela esteja plenamente satisfeita com a vida. Os três últimos itens da pirâmide (afeto, estima e autorrealização) são menos práticos e objetivos, como nossas necessidades fisiológicas e de segurança. Um desafio que em algum momento todos nós enfrentaremos, e estão intimamente relacionados à nossa saúde mental e emocional.

Como mencionei, apesar de cada vez mais comuns, não refletimos de forma significativa sobre problemas de saúde mental e emocional. Muito menos nos engajamos em ações práticas para evitar vivenciá-los. Inclusive, no dia a dia, ignoramos as mensagens que nos alertam de que algo está errado.

Esse cenário ainda é mais agravado porque vivemos de forma automática, cumprindo tarefas cotidianas e dedicados a conquistar nossos objetivos. No anseio de alcançar aquilo que para a gente significa "sucesso" - sempre entre aspas porque sabemos que isso tem um significado muito singular para cada pessoa.

Ingênuos ou apenas negligentes, não nos damos conta de que na realidade saúde mental e emocional deveriam ser a nossa prioridade. Afinal,  influenciam diretamente o nosso desempenho na vida. Criam condições propícias para cumprirmos as tarefas do dia a dia de forma produtiva e facilitam a conquista dos nossos objetivos.

Não sei qual a sua concepção de sucesso, mas a minha hoje com certeza inclui saúde emocional.

Nesta conversa compartilho práticas e comportamentos que nos ajudam a cultivar saúde emocional para aproveitarmos a jornada e estarmos bem - de verdade, quando alcançarmos o sucesso (seja lá o que isso significa para cada um). 

Antes, deixa eu esclarecer: o que é saúde emocional?

De acordo com a Mental Health Foundation, saúde emocional é um estado mental positivo de bem-estar que permite o indivíduo viver em sociedade e realizar suas atividades cotidianas. Saúde mental, a ausência de alguma doença como a depressão, não garante que uma pessoa seja emocionalmente saudável.

Pessoas com saúde emocional são capazes de:

  • gerenciar suas emoções e comportamentos;
  • criar e manter relacionamentos de qualidade;
  • demonstram um senso de contentamento em relação à vida;
  • prazer em viver;
  • autoestima e autoconfiança saudável;
  • equilíbrio entre trabalho e lazer;
  • habilidade para lidar com adversidades (a famosa resiliência);
  • flexibilidade para aprender e se adaptar à mudança.


Massa! Já imaginava isso, Aline, agora me diz: o que tenho que fazer para desenvolver cada uma das competências citadas?

Saúde emocional requer dedicação e esforço intencional. Funciona como um exercício físico, precisamos adotar comportamentos e práticas diárias que nos ajudam a cultivar esse estado.

Como melhorar a minha saúde emocional?

Com base na minha experiência e nos estudos que acompanho sobre o impacto das emoções e dos sentimentos na nossa vida, compartilho algumas práticas que podem ajudá-lo a cultivar saúde emocional.

Claro que cada pessoa é muito singular e algo pode fazer mais sentido para uma do que para a outra. Minha sugestão sempre é, teste todas as práticas e identifique se realmente geram algum impacto positivo em você. Caso não, está tudo bem descartar a prática. Mas conceda-se a oportunidade de tentar.

Dito isso, vamos às dicas!

1. Desenvolva inteligência emocional

Inteligência emocional (IE) pode ser definida como a capacidade de reconhecer as nossas emoções e sentimentos (autoconsciência) e regulá-los (autorregulação). Fundamentalmente, a autoconsciência e a autorregulação nos tornam menos reativos e suscetíveis à adotar comportamentos automáticos e irracionais, pois estimula o reflexão antes da ação.

Dentro da perspectiva de Daniel Goleman, inteligência emocional também envolve a capacidade de automotivação, empatia e o domínio de habilidades sociais. Desenvolver competências em IE é essencial à nossa saúde emocional para não nos tornamos vítimas das nossas próprias emoções.

2. Torne-se responsável pelo significado emocional do que acontece com você

Ao nos tornarmos mais autoconscientes sobre as nossas emoções e sentimentos, conseguimos perceber qual o impacto que os acontecimentos (que estão fora do nosso controle) exercem sobre nós. Assim, é possível decidir qual o significado emocional será concedido a ele.

Por exemplo, um erro sempre pode ser interpretado como uma oportunidade de aprendizado, ao invés de fonte de ruminação e autoflagelo. Ser capaz de identificar aprendizados nas mais diversas situações também nos ajuda a lidar com adversidades e nos torna mais resilientes.

3. Conecte-se às pessoas

De acordo com o neurocientista Matthew Lieberman, o anseio de nos conectarmos deveria estar na base da pirâmide de Maslow.  Antes de necessidades básicas como comida e segurança. Sua afirmação baseia-se na percepção de que, como seres sociais e mamíferos, para ter as nossas necessidades básicas atendidas primeiro precisamos nos conectar a um cuidador; alguém que nos forneça alimento nos primeiros anos.

Um dos mais longos estudos sobre a vida adulta e a felicidade realizado em Harvard, verificou que relacionamentos de qualidade contribuem mais para o nosso nível de satisfação com a vida do que dinheiro e fama.  Pessoas mais conectadas à família, aos amigos e à comunidade são mais felizes, mais saudáveis e vivem mais do que pessoas menos conectadas.

O sentimento de desconexão (ou solidão), causa diversos problemas para a nossa saúde e prejudica o desempenho no trabalho. Para saber mais sobre isso confira essa conversa aqui.

4. Pratique humildade existencial. Reconheça que você não é o centro do mundo... de ninguém

Há muito ressentimento nas relações interpessoais (seja entre familiares, casais, amigos ou colegas de trabalho). Isso pode ocorrer porque em geral 1) criamos expectativas em relação ao outro, ou 2) interpretamos que suas atitudes sempre têm alguma relação conosco.

No primeiro cenário, podemos identificar quais expectativas criamos e que o outro não está suprindo. Diante disso, o mais inteligente é comunicá-las ao outro com o objetivo de verificar se ele está disposto a atendê-las. Caso não, tudo bem. Afinal, ninguém é obrigado a suprir as nossas necessidades. Inclusive, por mais doloroso que seja reconhecer, ninguém é obrigado a nos amar. #impactada

Com clareza de quais são as nossas expectativas e se o outro está disposto ou não a atendê-las, estamos aptos a decidir manter ou não essa relação.

Já no segundo caso, é importante reconhecer que não somos o centro do mundo de ninguém. Ele é o centro do seu  próprio mundo. Por isso a maioria das atitudes das pessoas têm mais a ver com elas do que com a gente.

Antes de nos sentirmos feridos pelas atitudes alheias, vale a pena investigar de forma mais objetiva o que está por trás da ação.Você pode descobrir que o outro te feriu, de forma intencional ou não, ao buscar atender as próprias necessidades e expectativas. No final das contas, não tinha nada a ver com você. Sim com ele.

5. Expresse emoções, sentimentos, expectativas e necessidades de forma transparente e compassiva

O reconhecimento e a comunicação transparente das nossas expectativas, necessidades, emoções e sentimentos são essenciais para evitar as situações que mencionei no tópico anterior e, assim, nos ajudar a cultivar relacionamentos harmônicos. Por isso, essa prática merece um item só para ela.

Quando não nos comunicamos de forma transparente criamos conflitos desnecessários e/ou reprimimos questões que apenas nos intoxicam mentalmente e atrapalham tanto os nossos relacionamentos, quanto o nosso desempenho no dia a dia.

Contudo, não misture transparência com a expressão de tudo que pensa, sem filtro. Antes de falar algo que me incomoda, mas sei que pode causar algum desconforto em outra pessoa, reflito sobre qual é a intenção por trás do que vou dizer. Se o objetivo é expressar expectativas, necessidades, emoções e sentimentos SEM a intenção de ferir, comunico esses aspectos de forma objetiva.

Como? Baseada em fatos.

Por exemplo, não falo que o outro me frustrou. Menciono exatamente qual atitude não correspondeu às minhas expectativas. Assim,  fica claro que o incomodo é sobre algo que o outro fez, não sobre a pessoa em si. Ou seja, a pessoa não perde o seu valor, mas para a relação fluir um comportamento seu pode ser melhorado.

Agora, se nesse processo você identificar que o que está por trás do que quer comunicar é o desejo de ferir o outro: apenas não  se expresse no momento. Corra em volta do quarteirão, respire e depois volte a pensar sobre a questão de forma objetiva.

A técnica de Comunicação Não-Violenta pode nos ajudar a ser mais transparentes nas nossas interações sociais.

6. Pratique a escrita terapêutica

Acho que criei o meu primeiro diário aos 9 anos. Na infância, utilizava diários para escrever sobre o meu dia. Entre a pré-adolescência e a adolescência deixei de relatar a rotina para registrar fatos importantes tanto pessoais quanto do noticiário. Isso mesmo.  Foi aí que passei a nomeá-los "Diários de Época". Ousada.

Mais tarde perdi o hábito de escrever diários de forma consistente. Recorria a eles apenas para desabafar. Foi revisitando alguns desabados que descobri o quanto escrever foi (e permanece) um processo terapêutico para mim. Com essa tomada de consciência comecei a escrever terapeuticamente de forma intencional.

Adoto dois métodos de escrita terapêutica: 1) Quando não sei a origem do meu mal estar, escrevo de forma aleatória. Isso me ajuda a ter mais clareza, pois escrevo em meio a emoção e depois de algum tempo leio com a razão. 2) Também escrevo cartas.

Esse tópico vale outra conversa, mas para não deixá-lo na expectativa, vou explicar como isso funciona. Quando uma situação não foi bem resolvida com alguém e por x razão não posso me expressar de forma transparente para a pessoa, escrevo uma carta na qual contextualizo os acontecimentos e identifico minhas necessidades, expectativas e sentimentos. Assim evito ficar ruminando o não dito. Escrevo como se estivesse conversando com o outro.

Isso ajuda DEMAIS em processos de perdão, mesmo quando não rolou um pedido de desculpa formal. Caso não saiba, perdão independe do outro. Como diz um trecho da música Ciranda, de Dois é Par: "Meu amor, não se esqueça. O perdão é remédio para a sua cabeça".

Inclusive, caso acredite que se expressa melhor por meio da escrita do que verbalizando, uma carta pode ajudar a esclarecer uma situação incômoda. Mas lembre-se, escreva na emoção e antes de entregar edite com a razão. Utilize a razão no sentido de identificar a intenção por trás do que quer dizer, como expliquei no tópico anterior.

Ao fazer esse movimento o objetivo é evitar ferir o outro, criar ou intensificar o conflito. Racionalidade aqui não quer dizer omitir emoções, sentimentos, expectativas e necessidades. Quando utilizamos a razão para fazer isso limitamos a conexão.

Curtiu esse papo de perdão? Tem conversa sobre O que é perdão, por que e como perdoar quem nos feriu.

7. Desenvolva um estado de contentamento

Para mim contentamento tem a ver com a ideia de conviver bem com o que temos aqui e agora. No geral, as pessoas se dividem entre saudosistas e "futuristas" (gente que só está fisicamente aqui, mas a cabeça vive no futuro, no ainda não conquistado).

Ambos os casos são muito prejudiciais para a saúde emocional, criam uma sensação de insatisfação e estão intimamente conectados à depressão e ansiedade.

Como a gente gera contentamento? Comemorando as pequenas vitórias e aproveitando a jornada, por meio da prática da gratidão e do exercício da presença (leia mais aqui e aqui). Já falei sobre ambas no blog, e continuarei falando porque são fundamentais para aumentar o nosso nível de satisfação com a vida.

8. Acredite em si mesmo 

Acreditar é essencial em tudo que queremos empreender na vida, seja aprender um novo idioma, buscar uma nova oportunidade de trabalho ou iniciar um relacionamento amoroso. Pois mais que acreditar no que se busca, é preciso sim acreditar primeiro na nossa capacidade e potencial de realização.

Aqui falo sobre reconhecer as nossas forças e oportunidades de melhoria. Lançar luz sobre o que temos de bom e deixar que o mundo também reconheça isso. E, caso necessário e desejado, desenvolver o que pode ser melhorado.

Acreditar é o primeiro passo para fortalecermos nossa autoestima, as fundações da autoconfiança. Aqui converso sobre como construir autoestima saudável. Vale a pena conferir!

9. Encontre propósito na vida

Sei, dá até um frio na barriga ao escutar o termo propósito, afinal, todo mundo tem um menos você. Calma, não precisa entrar em pânico.

Curto trabalhar com a ideia de que propósito pode ser entendido como algo que dá sentido à nossa vida. Inclusive falei sobre isso nessa conversa. Logo, propósito não precisa ser algo transcendental. Conceder melhores condições de vida para a sua família pode dar sentido à sua vida.

É isso que vai orientar e dar um gás às suas ações. Quando concedemos um significado à vida, criamos uma fonte de motivação que vai nos manter comprometidos com as  nossas atividades cotidianas.

10. Substitua mantras como hard work e no pain no gain por smart work, sincronicidade e abundância 

Vivemos sob uma pressão constante pela produtividade, e isso pode nos deixar muito ansiosos. Ao contrário do que o "mundo corporativo" pode nos fazer acreditar, trabalhar duro  (por horas a fio) e manter uma péssima qualidade de vida não deve ser motivo de orgulho para ninguém. Especialmente se apesar de tanto sacrifício não obtemos os resultados desejados.

Massa mesmo é trabalhar de forma inteligente. Conseguir o melhor resultado com o menor esforço. Essa ideia está intimamente conectada aos conceitos de sincronicidade e abundância.

Sincronicidade tem a ver com entrar em sintonia com o fluxo da vida. Sabe quando a gente quer muito algo, mas parece que há um bloqueio, as coisas não fluem e nada dá certo? Pode ser um sinal de que esse não é o melhor caminho. De que não estamos adotando a melhor estratégia. Não estamos em sintonia com o fluxo da vida. A sincronicidade torna a nossa jornada mais leve e fluida. Fazemos conexões e encontramos significados em acontecimentos aparentemente aleatórios.

Já abundância não está relacionada apenas com dinheiro. Envolve todas as dimensões da nossa vida. Afinal, dá pra imaginar viver em abundância somente com dinheiro e sem afeto? Concorda comigo que isso não é ser abundante, certo? Então, vamos trabalhar com a ideia de buscar fazer caber cada vez mais o que importa na nossa vida: saúde, relacionamentos de qualidade, liberdade financeira, lazer etc.

11. Gerencie suas fontes de estresse

Diariamente nos deparamos com inúmeros gatilhos de estresse. O ideal é identificá-los e eliminá-los da nossa vida. A questão é que dificilmente conseguimos eliminar todos. Precisamos conviver com alguns. Compartilhei o que faço para gerenciar os meus gatilhos estresse nessa conversa. Bora aprender a gerenciar os seus?

12. Equilibre trabalho e diversão

Ah, sim! Eu sei, você ama o que faz. Já tem um senso de propósito aguçado, por isso se diverte trabalhando. Eu também. Mas preciso contar para você que trabalho, por mais prazeroso que seja, não é lazer. Exige certo esforço e configuração mental e emocional diferentes dos proporcionados quando fazemos atividades lúdicas apenas por diversão.

Reserve um tempo na agenda para ficar ao lado de alguém que você curte a companhia. Não tem alguém? Pode ser o seu cachorro. Saia um pouco para bater um papo. Conhecer o parque da cidade.  Não importa se vai viajar para Dubai ou tomar um sorvete com um amigo na esquina. Crie o hábito de desconectar-se do trabalho mental e aproveitar as sensações, emoções e sentimentos que uma atividade lúdica tem potencial de proporcionar.

Aposto que você voltará a trabalhar muito mais energizado e, inclusive, cheio de ideias. O segredo para equilibrar trabalho e lazer é não deixar para fazer isso apenas nas férias. É dever de casa para o dia a dia. Quer tomar um sorvete?

13. Seja um eterno aprendiz

Talvez você não curta estudar dentro do modelo tradicional de ensino, mas tenho certeza que você gosta de aprender algo que te interessa, nem que seja informalmente por meio de uma conversa na mesa do bar.

Descubra quais são seus interesses e aprenda constantemente mais sobre eles. Leia livros, faça cursos,  participe de eventos ou converse com pessoas com interesses parecidos. Assim você se tornará um lifelong learner. Um eterno aprendedor.

Essa postura nos ajuda a desenvolver autonomia, aumenta a nossa capacidade de aprendizagem e de adaptação, mantém a mente ativa e adiciona mais um senso de propósito  à nossa vida. Além, claro, de nos tornar mais interessantes pois nos concede repertório.

Está gostando deste artigo?Conte para a nossa equipe! ❤️
Obrigado!😍 Nosso time ficará muito feliz com seu Amável!

    Cuidar da saúde emocional deve estar na sua lista de prioridades

    Ao adotar essas práticas você exercitará sua habilidade de gerenciar suas emoções e comportamentos; criar e manter relacionamentos de qualidade; desenvolverá um senso de contentamento em relação à vida; melhorará sua autoestima e autoconfiança;  criará um equilíbrio entre trabalho e lazer; se tornará mais resiliente (habilidade para lidar com adversidades), e com certeza vai cultivar mais flexibilidade para aprender e se adaptar à mudança.

    Apesar disso, preciso alertá-lo de que a gente pode cumprir todas as dicas aqui à risca e, ainda assim, enfrentar problemas emocionais e mentais. Somos todos muito singulares e complexos para acreditarmos em receita de bolo ou fórmula mágica.

    Nesse caso, cabe recorrer à ajuda de um profissional de saúde. As dicas que ofereci contribuem para evitar que a gente chegue a esse ponto, mas não é garantia de saúde emocional.

    A ideia aqui é cultivar saúde emocional na jornada rumo à conquista dos nossos objetivos e concepção pessoal de sucesso.  Afinal, o melhor mesmo é curtir o caminho  e "chegar lá" inteiro, com muita energia para aproveitar (de verdade) as nossas conquistas.

    E aí, qual prática vai adotar primeiro?

    Beijo :)
    Aline

    Gostou do artigo? Compartilhe este conhecimento com seus contatos!
    Compartilhe no whatsapp
    Compartilhe no Linkedin